<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645</id><updated>2011-04-21T11:20:03.970-07:00</updated><title type='text'>Estratégias no ISLA</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>18</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645.post-115007213221128752</id><published>2006-06-11T17:09:00.000-07:00</published><updated>2006-06-11T19:07:12.160-07:00</updated><title type='text'>Aula 21</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;A comunicação e a gestão das crises&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos visto que o assessor controla os fluxos de informação, tendo atenção os seus interesses, a sua estratégia de comunicação. No entanto, nem sempre o fluxo de informação pode ser controlado e previsto pelo assessor. Casos em que o protagonista é apanhado de surpresa e a isso dão o nome de &lt;a href="http://urbi.ubi.pt/050607/edicao/279ubi_conferencia_marketing.htm"&gt;comunicação de crise&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Comunicação de crise é uma disciplina própria da assessoria da comunicação empresarial, das relações públicas.&lt;br /&gt;Por exemplo, no filme “Manobras na Casa Branca”, perante a crise, foram criadas manobras de diversão (desviar a atenção de algo importante e de grande impacto, para algo que não cause tantos estragos) ou pseudo-acontecimentos. No entanto, nem sempre é possível resolver a crise com este tipo de técnicas de manipulação. Em algumas situações é preferível assumir, reconhecer os erros, para não correr o risco de aparecer outras notícias negativas que destruam por completo a estratégia delineada para determinado fim. Se os eleitores, consumidores, opinião pública descobrirem que estão a ser enganados, tudo alcançado até então será em vão.&lt;br /&gt;È necessário que após a crise, o assessor saiba como reagir e deve fazê-lo de imediato. O assessor sabe que as crises de comunicação podem surgir e, como tal, deve preparar-se, antecipar formas de agir e deve fazê-lo antes que aconteçam e não, simplesmente no momento. Apesar de não saber qual o momento e o que possa surgir, ele deve prevenir-se, arranjar soluções, maneiras de agir para que no momento que surjam, possa responder prontamente à crise de maneira a salvaguardar o interessado.&lt;br /&gt;No fundo, comunicação de crise é a atitude a tomar numa situação de perigo que coloque em causa a reputação do protagonista, da entidade em questão. Como tal, deve-se tentar evitar mentir, em situações deste género, uma vez que “a verdade vem sempre à superfície” e nesse caso será bem mais complicado voltar a instalar a credibilidade da pessoa envolvida perante a opinião pública e os meios de comunicação.&lt;br /&gt;Uma das soluções seria não reagir à crise… Mas essa atitude levantaria algumas suspeitas, pensariam, de imediato, que queriam esconder alguma coisa e que não eram assim tão inocentes em relação aos rumores. O não reagir nem sempre é uma boa solução. E este é um dos casos, uma vez que a relação de credibilidade e confiança existente entre, por exemplo, o político e a opinião pública seria em muito afectada. Portanto, em situações de crise, o importante é tentar esclarecer de imediato a situação. De maneira a não levantar mais desconfianças e rumores – agir prontamente.&lt;br /&gt;Temos como exemplo de comunicação de crise o 11 de Março:&lt;br /&gt;A 11 de Março, Espanha estava em vésperas de eleiçoes e foi vítima de um atentado terrorista.&lt;br /&gt;O partido do PP espanhol adiantou-se logo a atribuir a origem dos atentados á ETA e mesmo quando se aperceberam que estavam enganados não emendaram o erro que tinham cometido. Como tal, o PP perdeu porque mentiu e porque se tentou aproveitar de uma tragédia para somar votos. Porque somou à mentira da guerra, que já incomodara, e muito, os espanhóis, a mentira da autoria do atentado. No fundo, perderam porque têm, sobre o terrorismo, um discurso oportunista, condenando-o, e bem, no entanto, estão sempre prontos a aproveitar-se dele para tentarem ganhar votos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sites a visitar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://barnabe.weblog.com.pt/arquivo/079744.html"&gt;http://barnabe.weblog.com.pt/arquivo/079744.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.lainsignia.org/2004/abril/ibe_016.htm"&gt;http://www.lainsignia.org/2004/abril/ibe_016.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mftconsult.com.br/8_comunicacao.html"&gt;http://www.mftconsult.com.br/8_comunicacao.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18227645-115007213221128752?l=liamoreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/115007213221128752/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18227645&amp;postID=115007213221128752' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115007213221128752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115007213221128752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/2006/06/aula-21.html' title='Aula 21'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645.post-115007090768855438</id><published>2006-06-11T17:04:00.000-07:00</published><updated>2006-06-11T19:05:08.666-07:00</updated><title type='text'>Aula 20</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Karl Rove - assessor de George W. Bush&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Karl Rove é o “assessor” de George W. Bush. Enquanto que em “Manobras na Casa Branca” tínhamos um spin doctor fictício, neste caso, Karl Rove é um spin doctor bem real. Muitos chamam-lhe “o cérebro de Bush”.&lt;br /&gt;Tem as características que um spin doctor deve ter: é discreto, o lugar que ocupa na hierarquia ou o nome que a sua função tem não correspondem (função desregulamentada), não há atribuição directa entre a pessoa e o que faz (porque muitas dessas actividades são ilegais ou, pelo menos, eticamente reprováveis), é especialista em criar «manobras de diversão», tem acesso directo ao poder e relação de extrema confiança com ele, quebra as regras (vale tudo), conhece os meandros da comunicação, da política e do marketing, cria/selecciona as mensagens que o protagonista vai difundir depois.&lt;br /&gt;Karl Rove foi o responsável pela vitória de Bush, é uma espécie de primeiro-ministro, é co-presidente e, oficialmente, é consultor político de Bush e foi director de campanha.&lt;br /&gt;O seu jogo é “sujo” e ele manipula de forma a alcançar os seus objectivos, para derrotar os outros candidatos.&lt;br /&gt;No entanto houve algo que lhe correu mal e de onde nasceu o caso Valerie Plame. Quando um enviado dos EUA ao Iraque não confirmou a versão oficial do governo, sobre a venda de urânio, Karl Rowe denunciou aos jornalistas que a mulher desse enviado, Valerie Plame, era agente da CIA. Inicialmente não se fazia ideia de quem tivesse dado tais informações à imprensa, e Bush, sem saber que fora Rove, prometeu que demitiria o responsável. Quando a verdade emergiu, Karl Rove viu-se em problemas e foi obrigado a demitir-se. Este caso, porém, suscitou uma série de outras acusações feitas a Karl Rove.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para consultar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://stuckinsac.blogspot.com/2005/07/karl-rove-perigo.html"&gt;http://stuckinsac.blogspot.com/2005/07/karl-rove-perigo.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=383MON001"&gt;http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=383MON001&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://diversao.uol.com.br/ultnot/efe/2006/05/06/ult1817u4688.jhtm"&gt;http://diversao.uol.com.br/ultnot/efe/2006/05/06/ult1817u4688.jhtm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18227645-115007090768855438?l=liamoreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/115007090768855438/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18227645&amp;postID=115007090768855438' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115007090768855438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115007090768855438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/2006/06/aula-20.html' title='Aula 20'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645.post-115007064902637752</id><published>2006-06-11T16:19:00.000-07:00</published><updated>2006-06-11T17:04:09.086-07:00</updated><title type='text'>Aula 19</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;"Manobras da Casa Branca"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;O filme "Manobras na Casa Branca" é do realizador Barry Levinson e conta com a participação de Dustin Hoffman e Robert de Niro. O filme é baseado no livro "American Hero" de Larry Beinhart e retrata as atitudes de um spin doctor em determinadas situações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Após os assessores do Presidente saberem que um jornal ia divulgar um escândalo sexual que envolvia o Presidente e que este escândalo podia arruinar por completo a sua campanha, estes tiveram que dar a volta à situação. As eleiçoes estavam "à porta" e, portanto, era necessário criar uma manobra de diversão para que a opinião pública não mudasse de opinião sobre o candidato a Presidente. Como tal, é chamado à Casa Branca um especialista em manobras de diversão - alguém capaz de manipular os mass media, de maneira a abafar o escândalo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Conrad Brean (o especialista em manobras de diversão) em conjunto com Stanley Motss (produtor de Hollywood) desviam a atençaõ dos jornalistas para um caso "aparentemente" de maior dimensão... uma suposta guerra com a Albânia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Conrad Brean e Stanley Motss criaram, então, todo um cenário de maneira a que nem a opinião pública e, muito menos, a comunicação desconfiasse de nada. Recorreram a todos os métodos necessários para, desta forma, afastar a atenção do escândalo sexual contra o Presidente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Este filme serve para uma pessoa perceber que, por vezes, as pessoas não olham a "meios para atingirem o seu fim".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para saber um pouco mais sobre &lt;a href="http://www.publico.clix.pt/docs/seriey3/filmes/04.manobrasNaCasaBranca/brincar.htm"&gt;"Manobras da Casa Branca"&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18227645-115007064902637752?l=liamoreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/115007064902637752/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18227645&amp;postID=115007064902637752' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115007064902637752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115007064902637752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/2006/06/aula-19.html' title='Aula 19'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645.post-115006779300082488</id><published>2006-06-11T16:07:00.000-07:00</published><updated>2006-06-11T19:00:58.406-07:00</updated><title type='text'>Aula 18</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;Spin Doctors&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma actividade que não se resigna a uma actividade só, mas a um conjunto de actividades relacionadas com a área de relações públicas. Neste meio, “spin” é dado como algo pejorativo. Não é uma função regulamentada e fácil de caracterizar, pelo seu carácter secreto.&lt;br /&gt;Spin Doctor pode ser traduzido como sendo um mestre da manipulação – faz desviar a trajectória da informação, e manipula-a de maneira a atingir interesses específicos. Esta manipulação é feita de diversas formas, desde alterar, adulterar informação de forma a desviar a atenção. Quanto mais ambiciosa e difícil é a situação, mais necessário se torna recorrer à manipulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;strong&gt;Spin doctor/spin&lt;/strong&gt; – &lt;em&gt;Assessor de mídia ou consultor político contratado em uma campanha para garantir que o candidato receba a melhor publicidade possível em uma dada situação. Por exemplo, após um debate entre candidatos à Presidência, o spin doctor de cada candidato procura os jornalistas para mostrar-lhes os pontos fortes de seu candidato e tentar convencer a imprensa e, por extensão, o público, de que seu candidato “venceu” o debate. Quando esses assessores de mídia estão trabalhando, diz-se que estão fazendo spinning ou pondo spin (colocando efeito) em uma situação ou um evento.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Quem é o spin - doctor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;ex-jornalista&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;ex-politico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;ex-publicitário&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O spin doctor não o é publicamente, ou seja, não exibe a sua função exteriormente, mas com contornos mais disseminados - tenta influeciar a opinião pública através de informações manipuladas que, apresentadas aos media, tomam sempre proporções relevantes ao ponto de poderem transformar a opinião pública. Esta transformação deliberada leva muitas das vezes ao objectivo principal pela qual é realizada, ou seja, a vitória nas eleições, embora possa, também, servir um objectivo imediato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O spin doctor é aquele que, através do seu vasto conhecimento sobre política e comunicação social sabe, exactamente que caminhos seguir e que instrumentos utilizar para alcançar perfeitamente o seu objectivo. O que faz:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- influencia&lt;br /&gt;- manipula (altera/constrói) a informação&lt;br /&gt;- constrói a opinião (reviravoltas)&lt;br /&gt;- aconselha&lt;br /&gt;- não é o assessor de imprensa&lt;br /&gt;- inventor de imagens/ideias&lt;br /&gt;- recorre a grupos de controlo&lt;br /&gt;- selecciona as ideias fundamentais, em função da opinião pública, aquelas que ela tem de saber/receber, quando e como é que; (não tanto as melhores, mas as que querem passar; geralmente até são as mais negativas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Spin Doctors – Marqueteiros: Nome dado àqueles que buscam manipular a mensagem dos partidos e dos políticos junto à imprensa, dando uma interpretação favorável ao partido em determinadas notícias. A tentativa de manipular a mensagem é conhecida como "Spin".”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;In &lt;a href="http://www.bbc.co.uk"&gt;www.bbc.co.uk&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um melhor conhecimento de "spin - Doctor":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.theinquirer.net/?article=18005"&gt;http://www.theinquirer.net/?article=18005&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18227645-115006779300082488?l=liamoreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/115006779300082488/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18227645&amp;postID=115006779300082488' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115006779300082488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115006779300082488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/2006/06/aula-18.html' title='Aula 18'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645.post-115006723690793717</id><published>2006-06-11T16:00:00.000-07:00</published><updated>2006-06-11T18:52:40.326-07:00</updated><title type='text'>Aula 17</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;«Boris»&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.dvdpt.com/b/boris.php"&gt;“Boris”&lt;/a&gt; é um filme de 2003, realizado por Roger Spottiswoode e conta com a participação de Jeff Goldblum, Anthony LaPaglia e Liev Schreiber. O filme é baseado em factos reais e retrata o que uma equipa de consultores políticos norte-americanos contratados por apoiantes de Boris Ieltsin faz para levar este político à vitória nas eleições de 1996. Quando da chegada destes consultores à Rússia, Ieltsin tinha, apenas, seis por cento de votos, contra 30 por cento de Zyuganov. Contudo, após os consultores introduzirem todas as suas técnicas de marketing político, a “boa verdade” é que Ieltsin consegue chegar ao poder, ou seja ganhar as eleições – algo que ninguém acreditava poder acontecer, principalmente os apoiantes de Ieltsin (as pessoas que tinham contratado esses mesmos consultores).&lt;br /&gt;Embora seja um retrato da realidade histórica, muitos pormenores são meros acessórios que embelezar o filme e o tornar bem mais comercial.&lt;br /&gt;Neste filme é bem visível como os políticos e eleitores podem ser manipulados e, tal como é afirmado no filme, um presidente pode ser vendido como uma barra de sabão.&lt;br /&gt;Os consultores recorreram a várias técnicas, tais como:&lt;br /&gt;sondagens – reuniram numa sala um conjunto de pessoas para saberem qual a opinião que tinham sobre Ieltsin e as suas atitudes&lt;br /&gt;manipulação – colocando apoiantes de Ieltsin a falar bem da sua pessoa&lt;br /&gt;criando soundbites de cinco segundos&lt;br /&gt;fazendo campanha negativa de maneira a garantir a vitória&lt;br /&gt;Foi estruturada e estudada toda uma imagem, comportamentos e atitudes a ter de maneira a que Ieltsin fosse visto como uma pessoa simpática e que se preocupa com as crianças e o bem estar da população. No fundo, os consultores utiulizaram um conjunto de técnicas de maneira a tentar recuperar a imagem de Ieltsin que estava um tanto ou quanto negativa… Fazer com que os eleitorados vissem em Ieltsin uma pessoa de confiança e que se preocupa com eles, passando para os seus opositores a imagem de que estavam, simplesmente interessados em chegar ao poder.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18227645-115006723690793717?l=liamoreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/115006723690793717/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18227645&amp;postID=115006723690793717' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115006723690793717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115006723690793717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/2006/06/aula-17.html' title='Aula 17'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645.post-115006681213164902</id><published>2006-06-11T15:34:00.000-07:00</published><updated>2006-06-11T18:49:01.876-07:00</updated><title type='text'>Aula 16</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;Conferência de Luís Paixão Martins&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luís Paixão Martins esteve no passado dia 31 de Março numa conferência no Isla Gaia, onde falou do seu percurso académico, profissional e de como foi trabalhar para pessoas como Cavaco Silva e José Sócrates.&lt;br /&gt;Luís Paixão Martins é director da LPM – Comunicação e tem trabalhado como consultor de comunicação para nomes sonantes da nossa praça pública. Embora não trabalhe, apenas, para clientes ligados à política… Foi, precisamente, com dois clientes políticos que Luís Paixão Martins provou, mais uma vez, o seu triunfo nesta área – foi o grande responsável pelas campanhas eleitorais de Cavaco Silva e José Sócrates, campanhas essas onde, ambos os candidatos, saíram vencedores.&lt;br /&gt;Quando questionado sobre como é trabalhar com estes dois políticos, Luís Paixão Martins afirma de imediato que lhe deu muito prazer trabalhar com estas duas figuras. Embora fossem de lados opostos, tanto Cavaco como Sócrates tinham o mesmo objectivo – alargar a sua base eleitoral e ganhar as eleições.&lt;br /&gt;Segundo ele, foi bem mais difícil levar Cavaco Silva à vitória do que Sócrates, uma vez que é do conhecimento de todos que Cavaco Silva tem uma má relação com a comunicação social. Enquanto que José Sócrates mantém uma boa relação com os media, ele possui uma espécie de “chip mediático na cabeça”. A única dificuldade que Sócrates teve de enfrentar foi, unicamente, os rumores que se geraram à sua volta em relação à sua opção sexual e, nesse aspecto consideram que a melhor solução foi mesmo ignorar.&lt;br /&gt;Uma das opiniões que partilhou com quem assistiu à conferência foi a de que considera que são os directores dos órgãos de comunicação que definem os comportamentos e atitudes dos políticos em campanha eleitoral.&lt;br /&gt;Para Luís Paixão Martins as campanhas eleitorais em Portugal são planeadas ao pormenor, é delineado cada passo a dar desde o início até ao fim da campanha. Dentro dos vários passos possíveis podemos destacar o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Branding"&gt;branding&lt;/a&gt; (capacidade de impor a marca no mercado), o &lt;a href="http://www.galpenergia.com/Galp+Energia/Portugues/a+Galp+Energia/as+campanhas+publicitarias/diversos/Campanha+de+lancamento+do+rebranding+dos+Postos+de+Abastecimento.htm"&gt;rebranding&lt;/a&gt; (por exemplo, quando a marca aposta num novo conceito e imagem), spin (é a manipulação da informação a favor da marca em questão) e o marketing research (pesquisa através de sondagens, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Focus_group"&gt;focus group &lt;/a&gt;ou tracking poll).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo mais a &lt;a href="http://www.clubedejornalistas.pt/DesktopDefault.aspx?tabid=208"&gt;ver&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18227645-115006681213164902?l=liamoreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/115006681213164902/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18227645&amp;postID=115006681213164902' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115006681213164902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115006681213164902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/2006/06/aula-16.html' title='Aula 16'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645.post-115006525554496747</id><published>2006-06-11T15:23:00.001-07:00</published><updated>2006-06-11T18:38:40.250-07:00</updated><title type='text'>Aula 15</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;A manipulação III – as campanhas negativas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;As últimas eleições foram marcadas pela negativa – o porquê reside num princípio básico – falta de argumentos. O que é que acontece quando um político já não sabe por onde se virar? Onde vai buscar credibilidade?&lt;br /&gt;Sem dúvida, quando faltam os argumentos, a única solução é atingir de uma forma pouco clara os nossos oponentes – a isto chama-se campanha eleitoral negativa.&lt;br /&gt;Este tipo de campanha caracteriza-se, essencialmente, por relevar, na componente política, os defeitos políticos do adversário, focando, para eles, a atenção negativa. As eleições presidenciais, decorridas no presente ano, foram muito ilustrativas daquilo que pode ser uma campanha negativa – todos os candidatos se atacaram. Á falta de argumentos por parte de um candidato, foram os “quase insultos” que pautaram a campanha política.&lt;br /&gt;Este tipo de atitudes cria (conscientemente) nos eleitores mais susceptíveis, uma certa confusão e incerteza.&lt;br /&gt;Em Portugal, é ainda desconhecida e pouco estudada esta manobra política, no entanto, em países como Brasil ou Estados Unidos da América esta prática é decorrente, através de instrumentos como:&lt;br /&gt;- Acusação implícita / explicita&lt;br /&gt;- Criação ou aproveitamento do rumor&lt;br /&gt;- Cartazes, panfletos, flyers, publicidade dirigida&lt;br /&gt;- Insultos&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/835/1778/320/Outdoor-5-320.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;As últimas eleições legislativas foram o exemplo mais visível de uma campanha negativa através de cartazes com mensagens insinuosas e troca de palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros jornalistas são da mesma &lt;a href="http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=327751"&gt;opinião&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outros links:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://oquesepassa.no.sapo.pt"&gt;http://oquesepassa.no.sapo.pt&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.tintafresca.net/noticia.aspx?sID=1060&amp;EdicaoUltima=53"&gt;http://www.tintafresca.net/noticia.aspx?sID=1060&amp;amp;EdicaoUltima=53&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.espacoacademico.com.br/041/41chufford.htm"&gt;http://www.espacoacademico.com.br/041/41chufford.htm&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18227645-115006525554496747?l=liamoreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/115006525554496747/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18227645&amp;postID=115006525554496747' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115006525554496747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115006525554496747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/2006/06/aula-15_11.html' title='Aula 15'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645.post-115006453261118164</id><published>2006-06-11T15:18:00.000-07:00</published><updated>2006-06-11T18:35:16.246-07:00</updated><title type='text'>Aula 14</title><content type='html'>&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;A Manipulação II. As técnicas do marketing político ou eleitoral&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A área onde é mais visível a manipulação é, sem dúvida, a política. A política, independentemente das avaliações que cada um de nós faça, é o único sector onde vale tudo. Não há nenhuma área de relevância social tão decisiva como a política. Como é a opinião pública que vota e como a opinião pública e os mass media são decisivos, a política tem de ser tratada para, desta forma, prender o interesse daqueles que são determinantes para a sua vitória.&lt;br /&gt;Há quem diga que a campanha eleitoral é muito importante, mas, no fundo, o importante é o comportamento do político no poder. Não se ganham eleições sem marketing político, é preciso ser-se bom “jogador” para continuar no poder. Para conseguir ser efectivo, ter sucesso é necessário reunir um conjunto de técnicas do &lt;a href="http://www.umacoisaeoutra.com.br/marketing/mktpol.htm"&gt;marketing político &lt;/a&gt;– só assim conseguirá popularidade, simpatia e votos.&lt;br /&gt;O Marketing politico utiliza, principalemente quatro áreas, entre outras que tem ao seu dispor: &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.eurequipa.pt/servicos.php"&gt;estudos de opinião&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; – são decisivos (focus group – grupos focalizados), consistem num conjunto de pessoas numa sala, escolhidas sociologicamente que representam uma determinada amostra que lhes interessa (amostra populacional representativa do nosso objectivo) – exemplo: telemóveis, novelas globo (cinco finais para testar). Os estudos de opinião são uma técnica cara, dispendiosa;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;publicidade / propaganda / &lt;a href="http://www.pmelink.pt/pmelink_public/EC/0,1655,1005_22433-3_41102--View_429,00.html"&gt;merchandising&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.pmelink.pt/pmelink_public/EC/0,1655,1005_22433-3_41102--View_429,00.html"&gt; &lt;/a&gt;– consiste na utilização de cartazes, páginas na Internet, isqueiros – ou seja, todos os meios disponíveis de publicidade; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.pmelink.pt/pmelink_public/EC/0,1655,1005_5059-3_41102--View_429,00.html"&gt;&lt;strong&gt;marketing directo&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;– consiste no porta a porta do próprio candidato, arruadas, comícios – tudo o que envolva contacto directo) ;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.google.com/search?hl=pt-PT&amp;lr=&amp;amp;rls=SNYJ,SNYJ:2005-29,SNYJ:en&amp;defl=pt&amp;amp;q=define:Rela%C3%A7%C3%B5es+p%C3%BAblicas&amp;sa=X&amp;amp;oi=glossary_definition&amp;ct=title"&gt;relações públicas&lt;/a&gt; / &lt;a href="http://www.google.com/search?hl=pt-PT&amp;amp;lr=&amp;rls=SNYJ,SNYJ:2005-29,SNYJ:en&amp;amp;defl=pt&amp;q=define:Assessoria+de+imprensa&amp;amp;sa=X&amp;oi=glossary_definition&amp;amp;ct=title"&gt;assessoria de imprensa&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.google.com/search?hl=pt-PT&amp;lr=&amp;amp;rls=SNYJ,SNYJ:2005-29,SNYJ:en&amp;defl=pt&amp;amp;q=define:Assessoria+de+imprensa&amp;sa=X&amp;amp;oi=glossary_definition&amp;ct=title"&gt; &lt;/a&gt;– consiste em entrevistas, declarações programadas, reacções, “fugas” de informação, exclusivos; o soundbite (“som que morde, que pica”). Consiste em reagir a tempo, antecipar as coisas, dar exclusivos a alguém de forma a manipular.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a href="http://www.luispaixaomartins.net/arquivo03cherne.htm"&gt;soundbite&lt;/a&gt; mostra que uma palavra pode fazer a diferença. Consiste na escolha da palavra ou palavras que a comunicação social vai agarrar e transmitir. Quando alguém consegue ter uma frase que depois se torna citável, ou seja, que depois é repetida por outros (exemplo: “I have a dream” ou “Falam, falam, falam…”), estamos perante um soundbite.&lt;br /&gt;Qualquer político sonha ter esse golpe de sorte, criar, assim, uma frase. Todos os políticos gostariam de conseguir formular um soundbite nos seus discursos – quando não há um soundbite, o jornalista perde-se.&lt;br /&gt;Poder-se-á dizer que um soundbite faz parte de uma forma de manipulação da opinião pública – o soundbite não é mais que uma espécie de slogan de forma a prender a atenção dos jornalistas.&lt;br /&gt;O marketing político trata de tudo aquilo que está à volta da imagem exterior; isto é, a reputação do político. O marketing político é, sem dúvida, uma técnica muito forte que pode fazer um político ganhar as eleições (mas não pode mantê-lo).&lt;br /&gt;O assessor tem como função tratar da imagem do protagonista, do político (desde a maneira como fala, como se veste até à maneira como coloca as mãos). Tudo é pensado, pelo assessor de imprensa, ao mínimo pormenor. O marketing político é capaz de criar a imagem de um político, mas tem de ser tomado em consideração a verdadeira pessoa que o político é, uma vez que mais tarde ou mais cedo as coisas podem vir ao de cima. Enquanto decorre a campanha é fácil de esconder um mau candidato, mas após a sua chegada ao poder ele revelar-se-á.&lt;br /&gt;Como conclusão, podemos dizer que no marketing político são escolhidas as mensagens chave, os grafismos, os suportes, as sondagens, os timmings da comunicação, o cabelo, a voz, a posição do corpo, o ritmo do discurso, os movimentos das mãos… Ou seja, são delineadas uma série de situações e atitudes de maneira a criar empatia na opinião pública ao ponto de esta apoiá-lo na sua subida ao poder.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18227645-115006453261118164?l=liamoreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/115006453261118164/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18227645&amp;postID=115006453261118164' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115006453261118164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115006453261118164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/2006/06/aula-14.html' title='Aula 14'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645.post-115006427216721588</id><published>2006-06-11T15:05:00.000-07:00</published><updated>2006-06-11T18:15:21.186-07:00</updated><title type='text'>Aula 13</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Manipulação I (Criar factos políticos/os pseudo-acontecimentos e as manobras de diversão)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como é do conhecimento de todos nós e um dado adquirido é que cerca de 90 por cento da informação que chega aos jornalistas, é uma informação construída, fabricada e manipulada, de maneira a atingir determinados objectivos, previamente definidos por uma estratégia de comunicação. Por isso, o jornalista deve investigar a informação que lhe chega às mãos, antes de decidir o que fazer com ela.&lt;br /&gt;Contudo, nem sempre manipular é enganar – pode significar mexer. Esta diferenciação é fundamental para ter em atenção as diversas causas que podem acontecer.&lt;br /&gt;Qualquer protagonista que queira afirmar-se através da comunicação social, das relações públicas têm que elaborar uma estratégia, no entanto, não depende só dele. – Não basta pensar numa estratégia de comunicação brilhante, tem, também, que pensar em outros dados, também eles, importantes. Não se pode pensar que somos os únicos a ocupar o espaço mediático, existem muitos mais a quererem o mesmo que nós… Além do mais, o espaço mediático é finito, limitado e existe um considerável número de protagonistas a querer ocupar esse espaço público. – O espaço mediático é uma luta onde ganha quem tiver os melhores argumentos.&lt;br /&gt;Como tal, uma das respostas a dar a este problema é criando iniciativas que tenham valor mediático. No entanto, não chega, temos que prender a atenção dos jornalistas. Os jornalistas não se limitam, apenas, a recolher o valor mediático, uma vez que existem muitas iniciativas com esse valor.&lt;br /&gt;Por vezes, surge, também, a necessidade de desviar a atenção dos jornalistas e, aí, há que arranjar uma solução para impedir a publicação de determinada matéria. Um dos métodos utilizados são as &lt;a href="http://gaia.org.pt/?q=node/108"&gt;manobras de diversão &lt;/a&gt;– ou seja, arranjar uma forma de desviar a atenção dos jornalistas e dos leitores de determinado assunto pouco favorável para um de menor importância, tapando, desta forma, a notícia desfavorável. No fundo, as “cortinas de fumo” são utilizadas porque como os protagonistas não controlam a agenda mediática e o aparecimento de notícias negativas, eles tentam, através da manobras de diversão, desviar a atenção dos jornalistas e da opinião pública daquilo que é mais importante para outros assuntos de menor importância.&lt;br /&gt;No caso das notícias positivas (aquelas que lhe interessam), é elaborada uma estratégia de comunicação que depende de muitos factores. É importante que as iniciativas que faça tenham realmente interesse, que se diferenciem de todas as outras iniciativas. O principal campo de recrutamento dos assessores de imprensa é os jornalistas. O assessor trabalha com o protagonista a estratégia de comunicação, de acordo com o que pretendem e, de forma, a que tenha valor mediático. Mas isto não é suficiente, visto o espaço mediático ser muito disputado por diversas entidades. A comunicação social sofre diversas pressões, e uma das soluções encontradas pela comunicação institucional para solucionar esta questão foi criar os pseudo-acontecimentos / pseudo-eventos.&lt;br /&gt;Os pseudo-acontecimentos consistem numa realidade que é construída para criar notícias positivas, baseiam-se em situações que não existem, situações que são criadas, manipuladas pelo protagonista. Ou seja, é uma falsa realidade, só existem porque alguém quis que existisse. Grande parte das notícias que saiem nos órgãos de informação, são notícias baseadas em pseudo-acontecimentos – ou seja, em notícias não espontâneas, notícias planeadas, criadas para terem a atenção dos media, o sucesso dessas notícias é medido pela amplitude da cobertura que têm, a relação com a realidade subjacente à situação é ambígua e funcionam, normalmente, como uma auto promoção. OS pseudo-acontecimentos são fabricados pelo seu protagonista com um único objectivo… serem noticiados pelos mass media.&lt;br /&gt;Contudo, não basta dar valor mediático às notícias, é necessário, depois, sofisticá-la. Esta fuga de informação é muito interessante, tem por objectivo esconder determinado facto. – Por exemplo, num discurso é entregue, apenas, partes do texto, de maneira a que o jornalista não vá para uma parte que não interesse ao protagonista. Com acesso a todo o texto, o jornalista teria todo o direito em escolher o que considera-se mais importante… Mas ao entregar, apenas, uma pequena parte desse texto, está, desde logo, a condicioná-lo a colocar, apenas, as partes que vão de encontro aos interesses e prioridades do protagonista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;OFF RECORD&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informação pode ser utilizada, temos é que fundamentar essa informação, atribuir a informação a alguém. Ou seja, a informação existe, mas temos que arranjar alguém para a suportar. Não existem quaisquer sanções profissionais para o jornalista, se não respeitar o &lt;a href="http://www.bocc.ubi.pt/pag/fidalgo-offrecord.html"&gt;off record.&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;Existem várias formas de “empurrar” o jornalista a noticiar a notícia que nos interessa… Os pseudo-acontecimentos têm uma força tal que “obrigam” os jornalistas a noticiar aquilo que não tem valor mediático – os jornalistas são armadilhados, controlados, manipulados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para uma informação mais aprofundada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=294voz006"&gt;http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=294voz006&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&amp;rec=2494"&gt;http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&amp;amp;rec=2494&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.uff.br/mestcii/estrela1.htm"&gt;http://www.uff.br/mestcii/estrela1.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18227645-115006427216721588?l=liamoreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/115006427216721588/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18227645&amp;postID=115006427216721588' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115006427216721588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115006427216721588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/2006/06/aula-13.html' title='Aula 13'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645.post-115006348370360206</id><published>2006-06-11T14:52:00.000-07:00</published><updated>2006-06-11T17:41:05.826-07:00</updated><title type='text'>Aula 11</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;A inevitabilidade da mentira e a ética na assessoria de imprensa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Cada vez mais o assessor de imprensa se serve do jornalista para, desta forma, o manipular de acordo com os seus interesses, mostrando-lhe uma realidade ou parte dela que nem sempre corresponde à verdade. O jornalista torna-se, para o assessor de imprensa, uma espécie de “promotor do produto que o assessor pretende vender”.&lt;br /&gt;As estratégias de comunicação são, cada vez mais, aperfeiçoadas, complexas e subtis e, logo, bem mais dissimuladas e difíceis de serem detectadas pelo jornalista. Ao não se aperceber que está a ser “utilizado”, o jornalista não pode criar defesas contra estas estratégias de comunicação e acabam por ceder aos interesses do assessor de imprensa, responsável pela estratégia de comunicação definida. É muito importante para o assessor que o jornalista não perceba que está a fazer parte de uma campanha promocional, caso contrário este nunca participaria numa campanha desse género… Portanto o objectivo é , mesmo , que o jornalista não desconfie dos planos do assessor de imprensa.&lt;br /&gt;A relação existente entre o assessor e o jornalista assenta em princípios como a credibilidade e a honestidade. Um assessor que minta regularmente corre o risco de ter de ser substituído, uma vez que as pessoas deixam de acreditar nele. Por isso, a mentira é uma solução a curto prazo – a mentira na assessoria de imprensa resolve um problema, porque a notícia não sai mas é uma solução a curto prazo (assessor à jornalista).&lt;br /&gt;A actividade desregulamentada, os códigos inúteis, a relação contratual precária (recibos verdes), a relação de confiança pessoal (política) nas relações públicas e a necessidade de convencerem os jornalistas fazem a inevitabilidade da mentira.&lt;br /&gt;Há situações em que não se pode dizer a verdade… No entanto, isto levanta alguns problemas. Se mencionamos que existe alguma coisa mas que não podemos falar, vamos estar a activar a curiosidade dos jornalistas e a levá-los a investigar. Por isso, a melhor solução será tentar ganhar algum tempo com os jornalistas, negociando com eles e tentar manter uma relação de confiança. Existe, ainda, a possibilidade de fugir ao problema (aos jornalistas), o que possibilita ganhar algum tempo. No entanto, a omissão é tão grave quanto não dizer a verdade. Poder-se-á, então, dizer que existem dois tipos de assessores: os mentirosos (usam a mentira quando acham que é inevitável) e os que omitem (a omissão é para uns uma forma de mentir e para outros a melhor forma de fugir ao assunto sem mentir).&lt;br /&gt;Devido a não existir um código de ética controlado para esta profissão que possa penalizar e zelar pelo cumprimento do exercício legal desta função, cada assessor cria, para si, um código e um conjunto de regras .No entanto, estes mesmos assessores, não estão sujeitos a valores como a verdade, a transparência, a equidade e a igualdade.&lt;br /&gt;Enquanto a profissão de assessor de imprensa não for melhor regulamentada, estes terão toda a liberdade para continuar a utilizar métodos nem sempre apropriados e continuarão, igualmente, a mentir… tendo como principal prioridade a obtenção dos seus objectivos.&lt;br /&gt;É importante que os jornalistas se mentalizem que os assessores não são pessoas inocentes, que se lhes ligam é porque têm interesses. Um assessor não age impunemente, tem uma estratégia de comunicação definida (que são cada vez mais complexas) e, como tal, o jornalista deverá estar bem mais atento para que, desta forma, não se deixe enganar e ser absorvido pela estratégia de comunicação delineada pelo assessor para a promoção do seu “produto”. – Por isso, ele tem de perceber que quando é contactado por um assessor de imprensa ele está a ligar mediante um plano de comunicação idealizado para conseguir determinados objectivos para alguém.&lt;br /&gt;Concluindo, os assessores de imprensa apostam, cada vez mais, em campanhas mais agressivas, mais ambiciosas, com mais instrumentos e uma maior persuasão e, simultaneamente, mais subtis, mais suaves de maneira a que os jornalistas não se apercebam que estão a fazer parte de uma campanha promocional. – Se o objectivo do assessor de imprensa é conseguir o maior número de notícias positivas, logo a sua estratégia tem que ser o mais dissimulada possível, de maneira a conseguir enganar o jornalista. Enquanto que os jornalistas deverão ter a capacidade de manter uma atitude crítica, a decisão de publicar ou não aquilo que lhe enviam, de dar mais ou menos destaque, de dizer bem ou dizer mal, desconfiar dos assessores ou do que eles lhe propõem, sem que isto signifique recusar – desconfiar não significa recusar, mas partir do pressuposto que nos contactam não por nós, mas sim pelas pessoas de quem estão a defender os interesses. Por isso, eles deverão ser, sempre, pessoas independentes e críticas no exercício da sua profissão. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18227645-115006348370360206?l=liamoreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/115006348370360206/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18227645&amp;postID=115006348370360206' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115006348370360206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/115006348370360206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/2006/06/aula-11.html' title='Aula 11'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645.post-113774801311292027</id><published>2006-01-20T00:29:00.000-08:00</published><updated>2006-01-22T10:44:50.933-08:00</updated><title type='text'>Aula Nº 10</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/835/1778/1600/anje[1].gif"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/835/1778/200/anje%5B1%5D.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:180%;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Palestra sobre assessoria de imprensa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:180%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:180%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;No passado dia 9 de Janeiro, o ISLA recebeu Rafael Alves Rocha, assessor de imprensa da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), para falar um pouco daquela que é a sua actividade profissional.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Rafael Rocha é licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Segundo ele, quando terminou o curso nada sabia sobre assessoria de imprensa e nem, na altura, estaria preparado para assumir o cargo que tem hoje. Tudo o que sabe sobre assessoria de imprensa aprendeu com a sua própria experiência e com os estágios que foi tendo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Devido à elevada concorrência, a assessoria de imprensa ganhou, nos dias de hoje, um papel muito importante. É hoje uma ferramenta indispensável para o sucesso de uma empresa.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Quando confrontado, a meio da palestra, sobre o assessor de imprensa ser um manipulador, Rafael Rocha referiu que isso não corresponde à verdade, pois eles tentam chegar com as informações o mais transparentes possíveis junto dos jornalistas, mencionou, ainda, que não fazem lóbi.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Nesta palestra foi mencionado, também, quais os passos a dar na organização de um evento:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;elaborar um plano de comunicação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;reunir o material essencial para o evento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;quais os intervenientes&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;confirmação das presenças no evento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;escolher os lugares onde cada um se vai sentar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;informaçoes sobre o tema (dossier de imprensa)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Para informação mais detalhada sobre assessoria de imprensa, clicar &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assessoria_de_Imprensa"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18227645-113774801311292027?l=liamoreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/113774801311292027/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18227645&amp;postID=113774801311292027' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/113774801311292027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/113774801311292027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/2006/01/aula-n-10.html' title='Aula Nº 10'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645.post-113774558622612652</id><published>2006-01-19T23:29:00.000-08:00</published><updated>2006-01-20T00:29:01.476-08:00</updated><title type='text'>Aula Nº 9</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:180%;color:#000000;"&gt;A assessoria de imprensa e a relção com os jornalistas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;Quanto mais ambição e empenho se tem na concretização de um objectivo, mais complexa se torna a mensagem.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Estratégias da Comunicação visa criar uma situação de tal maneira irreversível que o jornalista se veja obrigado a noticiar a mensagem. Cada vez mais, o assessor de imprensa é a parte integrante da estratégia da comunicação e não o seu único difusor. O assessor está presente desde a fase das detecções das necessidades até ao fim.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;A assessoria de imprensa é a disciplina das relações públicas que tem como objectivo estabelecer relações com os jornalistas, de maneira a os convencer do mérito das suas mensagens. O jornalismo é, desta forma, o campo de recrutamento ideal para a assessoria de imprensa - um antigo jornalista, agora como assessor de imprensa, fala de igual para igual para os jornalistas, uma vez que os conhece.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Isto coloca um problema grave, o problema da incompatibilidade - é, portanto, um problema ético. O estatuto do jornalista diz que é impossível ser as duas coisas ao mesmo tempo. Pode, ainda, acontecer o caso de um assessor ao voltar a exercer a sua profissão de jornalista, vir a fazer, mais tarde, uma entrevista à pessoa de quem foi assessor - e isso pode retirar-lhe liberdade, isenção.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;O estatuto de jornalista não permite acumulação, mas há outras situações que se colocam para além da lei e da deontologia. Um jornalista não poderia trabalhar durante um ano nas matérias do qual foi assessor - pois configura uma situação desleal face aos restantes jornalistas. Uma vez que como antigo assessor, domina muito mais as matérias, têm conhecimentos dentro do meio, coisa que não acontece com os outros. Daí dever-se criar um período de quarentena.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;O assessor torna-se, muitas vezes, um homem com muitas responsabilidades. No entanto, também, sofrem de uma precariedade profissional; isto porque depende, dia-a-dia, do seu patrão, uma vez que o patrão pode nomeá-lo como desnomeá-lo quando lhe apetecer.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Há òrgãos de comunicação que preferiamnão ver os seus jornalistas a sairem para trabalhar como assessores, mas como funcionários públicos que são, não podem impedir a saída dos jornalistas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Por um lado, os políticos escolhem os jornalistas consoante a sua vontade, confiança e pelo facto dele poder ser despedido a qualquer momento - este factor leva a que o jornalista faça o que ele quer.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;O assessor torna-se um agente responsável pela transmissão da mensagem, ele é comprometido voluntária ou involuntariamente.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Esta situação de precariedade muda, radicalmente, quando falamos de empresas na comunicação empresarial. Empresário pode contratar a longo prazo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Algumas entidades optam por contratar não um assessor de imprensa, mas sim uma empresa de conselho em comunicação; ou seja consiste em&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;contratações externas do serviço - a isto dá-se o nome de&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#000099;"&gt;outsourcing&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Os jornalistas, a maior parte das vezes, não estão preparados para perceberem se estão a ser manipulados ou não por alguma estratégia de comunicação.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Tentam convencer os jornalistas com boas campanhas de comunicação (informações de valor mediático); bons eventos; boas acções de marketing (quando a mensagem é forte e obriga o jornalista a aderir) ou por via financeira (corrupção).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18227645-113774558622612652?l=liamoreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/113774558622612652/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18227645&amp;postID=113774558622612652' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/113774558622612652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/113774558622612652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/2006/01/aula-n-9.html' title='Aula Nº 9'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645.post-113774134614738617</id><published>2006-01-19T21:11:00.000-08:00</published><updated>2006-03-02T07:24:23.823-08:00</updated><title type='text'>Aula Nº 8 -</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:180%;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Passar a mensagem através de uma estratégia de marketing ou de comunicação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;Na afirmação da mensagem (aquilo que eu quero dizer para vender o meu produto ou serviço) através de uma estratégia de comunicação - esta mensagem não é afirmada de uma forma simples mas complexa; para além de uma publicidade, pode fazer, também, uma promoção (esta é uma visão mais alargada).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Estratégia&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;significa uma estratégia mais ambiciosa, mais sofisticada e engloba várias ferramentas da estratégia de marketing para atingir determinado objectivo. Já não chega, apenas, terem os melhores produtos, há que delinear um plano para atingirem os seus fins.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Em múltiplas circunstâncias, as mensagens não são afirmadas, apenas, pela publicidade e pelos relações públicas, mas também por estratégias - a maior parte das mensagens são concretizadas não por uma delas (publicidade ou relações públicas), mas sim por outras iniciativas, outras ferramentas. A isto chamamos planos de marketing, planos de comunicação ou de marketing.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;A afirmação simples de uma mensagem não tem credibilidade. As empresas têm que tornar esta mensagem mais complexa - envolver as diversas ferramentas do marketing.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Para elaborar uma boa estratégia de marketing é necessário:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Detectar as necessidades/objectivos e definição dos públicos&lt;/span&gt;-&lt;span style="color:#000000;"&gt;alvo da empresa - o que ela quer, quais os objectivos que pretende alcançar e que público pretende atingir - Há públcos-alvo em detrimento do público genérico. Não podemos atingir todo o público ao mesmo tempo, nós temos particularidades que nos distinguem (faixas etárias, aspectos geográficos, sócio-profissionais, etc&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Definição de uma ou mais ideias-chave&lt;/span&gt; - &lt;span style="color:#000000;"&gt;criar um slogan, uma assinatura, algo que caracterize a empresa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Criar suportes para essas mensagens&lt;/span&gt; - &lt;span style="color:#000000;"&gt;saber onde e como vão aparecer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;análise dos meios/órgãos a que devemos recorrer para transmitir a mensagem&lt;/span&gt; - &lt;span style="color:#000000;"&gt;quais os veículos que vão transportar essa mensagem, estes veículos vão variar consoante o público-alvo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Concretizar o plano de comunicação&lt;/span&gt; - &lt;span style="color:#000000;"&gt;dar-lhe corpo, pôr em prática essas ideias ao nível da comunicação, elaborar os suportes, organizar o contexto que suportará as mensagens &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000099;"&gt;Monitorizar o impacto dessa comunicação &lt;span style="color:#000000;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; é possível diminuir os danos, monitorizar a campanha/estratégia, avaliar como as coisas estão a correr, fazer reforço e reagir em tempo útil. E por fim avaliar o impacto que a campanha ou estratégia teve. Essa avaliação pode ser feita através da quantidade de notícias que sairam sobre o assunto (forma barata de ver o impacto) ou através de sondagens (forma cara).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#000000;"&gt;Três exemplos de estratégia de comunicação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:100%;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Num dos maiores concursos públicos em Portugal, a empresa DCN elaborou um suplemento comercial, no estilo de uma revista de informação, e distribuiu como suplemento da Visão. Esse suplemento possuia uma entrevista com uma personalidade, com o objectivo de lhe dar intermediação; ou seja, credibilidade - a Empresa pretendia com isto ganhar o concurso, recorrendo à opinião pública, atravès das relações públicas. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;A empresa 3M criou um vidro, que segundo eles, era muito resistente e seguro. A 3M após se reunir com os seus consultores de comunicação, decidiu criar uma estratégia diferente das tradicionais (rádio, televisão ou revistas) - criam algo mais criativo. Desta maneira, colocaram numa estação de autocarro uma caixa de vidro com dinheiro verdadeiro. Os jornalistas foram chamados ao local de maneira a registarem as reacções das pessoas ao tentarem partir o vidro - sem nunca o conseguirem. - Este é o exemplo de uma estratégia de comunicação com sucesso e de baixo custo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/835/1778/1600/vidro%203M.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/835/1778/200/vidro%203M.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/835/1778/1600/vidro1%203M.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" height="191" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/835/1778/320/vidro1%203M.jpg" width="266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Há necessidade de profissionalizar a mensagem - a concretização dos objectos políticos e comerciais dependem, muitas vezes, da realização de uma estratégia de comunicação.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Existe uma diferença muito significativa entre o objectivo de uma empresa e o objectivo de um político - o objectivo do político é possível realizá-lo, manipulando a opinião pública, facto esse que é muito difícil de fazer a nível comercial.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Os políticos tendem a alterar a opinião das pessoas - sempre a seu favor. A opinião pública, em termos políticos, é constantemente manipulada.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18227645-113774134614738617?l=liamoreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/113774134614738617/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18227645&amp;postID=113774134614738617' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/113774134614738617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/113774134614738617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/2006/01/aula-n-8.html' title='Aula Nº 8 -'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645.post-113773375444843647</id><published>2006-01-19T20:31:00.000-08:00</published><updated>2006-01-19T23:27:38.770-08:00</updated><title type='text'>Aula Nº 7 - 17 de Dezembro de 2005</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;As empresas de relações públicas em Portugal&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Portugal conta com cerca de 100 empresas de relações públicas no mercado. No entanto, apenas 23 dessas 100 estão registadas na APECOM - Associação Portuguesa das Empresas de Conselho em Comunicação e Relações Públicas. A APECOM é a representante, em Portugal, do sector das empresas consultoras de comunicação e relações públicas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Devido à actividade de relações públicas não ser regulamentada, torna-se difícil identificar qual ou quais as empresas com maior prestígio em Portugal.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Outro dos problemas, prende-se com o facto de existirem diversas denominações para uma mesma actividade - tais como: empresas de comunicação, comunicação empresarial, marketing institucional, assessoria de imprensa, etc.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Resumindo, a ausência de uma lei para esta actividade, para este sector leva a que a grande maioria das empresas não se registem como tal, não cedam todos os dados no que diz respeito aos seus clientes e negócios e que fujam à sua denominação - refugiando-se em outros conceitos que fogem, muitas vezes, à realidade que se quer deixar transparecer.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Embora não se saiba quais as principais empresas, no nosso país, com maior facturação (devido ao facto de não facultarem esses elementos), poder-se-à mencionar algumas daquelas com maior notoriedade: Bairro Alto (agora com o nome de Lift); Agenda Setting (não faz parte da APECOM); Cunha Vaz e Associados; Grupo GCI (não é associada da APECOM); Unimagem; Porter Novelli; Citigate; entre outras.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Verifica-se, também, nas empresas de relações públicas uma dificuldade em comunicar, que talvez advenha do medo em se exporem. Contudo, é estranho que assim seja, uma vez que elas são peritas em promover a imagem dos outros. Logo, deveria de se autopromover, ainda mais, a si próprias. Mas a verdade é que raras são aquelas que possuem site na internet - uma das suas principais ferramentas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#000000;"&gt;As empresas de relações públicas prestam diversificados serviços, entre eles:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Comunicação institucional&lt;/span&gt; - &lt;span style="color:#000000;"&gt;consiste na imagem das empresas/instituições. Imagem é o conceito que as pessoas têm e formam das coisas, por isso é tão importante a imagem de uma empresa (ou seja, a imagem é o seu património)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Benchmarking&lt;/span&gt; - &lt;span style="color:#000000;"&gt;consiste num instrumento de gestão que ajuda a melhorar o desempenho das empresas e a tornar-se superior à concorrência. Devido a essa concorrência, as empresas recorrem, cada vez mais, a esta ferramenta de gestão no intuito de corrigir rotas e de fazer mais e melhor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Clipping&lt;/span&gt; - &lt;span style="color:#000000;"&gt;baseia-se num serviço que agrupa e distribui as notícias que dizem respeito a determinado assunto e que saíram nos órgãos de informação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Media training&lt;/span&gt; - &lt;span style="color:#000000;"&gt;preparação de executivos para o relacionamento com a imprensa, como dar entrevistas, etc&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Comunicação interna&lt;/span&gt; - &lt;span style="color:#000000;"&gt;cada vez mais, se torna evidente de que para que passe uma boa imagem da empresa para o exterior, é necessário, primeiro, criar um bom ambiente no seu interior. esse bom ambiente passa pela comunicação interna estabelecida, pelas relações que se criam. Uma boa comunicação interna só traz bons resultados para a empresa, pois os seus funcionários sentir-se-ão satisfeitos com a empresa para a qual prestam serviço.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Torna-se importante mencionar que para além destes serviços que mencionei, existem, ainda, muitos outros.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18227645-113773375444843647?l=liamoreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/113773375444843647/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18227645&amp;postID=113773375444843647' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/113773375444843647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/113773375444843647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/2006/01/aula-n-7-17-de-dezembro-de-2005.html' title='Aula Nº 7 - 17 de Dezembro de 2005'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645.post-113773129077501695</id><published>2006-01-19T19:46:00.000-08:00</published><updated>2006-01-19T23:28:43.500-08:00</updated><title type='text'>Aula Nº 6 - 7 de Dezembro de 2005</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:180%;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Publicidade e Relações Públicas - Diferenças e incompatibilidades&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:180%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:180%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:180%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;A fronteira entre relações públicas e publicidade é, na maioria das vezes, muito ténue. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#000000;"&gt;Quais os elementos diferenciadores?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Poder-se-à dizer que os relações públicas são de carácter mais pessoal e, ao mesmo tempo, mediático - o que atrai muito o cliente.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Por outro lado, a publicidade é mais abrangente, sem dúvida, mas também mais chocante e menos mediática.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Actualmente, a publicidade, pela sua vulgarização, tornou-se num meio pouco credível para o público. Deixando, assim, de ser um meio de atracção imediata.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Que compatibilidades podemos, no entanto, encontrar entre estes dois conceitos?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Existem casos em que a publicidade pode complementar o trabalho das relações públicas - a publicidade pode reforçar esse mesmo trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;No entanto, pode surgir uma situação em que a organização não deseja criar mediatismo à sua volta - as vertentes de relações públicas e publicidade não são compatíveis - A vertente super mediática da publicidade contrasta com a "serenidade" que a marca deseja representar.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;As relações públicas criam uma intermediação que faz transparecer credibilidade, devido ao contacto que se proporciona.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Por outro lado, a publicidade pauta-se pela falta dessa mesma intermediação, criando no público uma sensação de standardização, uniformidade - que dá lugar à falta de individualidade e à perda de confiança por parte do público em relação à organização.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;As variadas organizações e marcas derivadas utilizam todo um conjunto de técnicas que não abrangem, necessariamente, a publicidade, mas que causam (ainda que num período mais longo) um forte impacto no público.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Podem destacar-se:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;A contratação de alguém de renome para ser a "face" de um produto, evento, obra, etc&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;A criação de acontecimentos que atraiam os media, onde a notícia não é a marca mas o acontecimento (dando reputação indirecta à marca)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;O facto de uma determinada marca se tornar mediática ao conseguir que uma figura pública use essa mesma marca.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Alguns autores defendem que a boa comunicação de uma marca passa, essencialmente, pela subtileza. Condição, essa, que só as relações públicas podem oferecer.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://www.entendarp.com.br/entendarp.html"&gt;www.entendarp.com.br/entendarp.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18227645-113773129077501695?l=liamoreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/113773129077501695/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18227645&amp;postID=113773129077501695' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/113773129077501695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/113773129077501695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/2006/01/aula-n-6-7-de-dezembro-de-2005.html' title='Aula Nº 6 - 7 de Dezembro de 2005'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645.post-113772543188855580</id><published>2006-01-19T18:43:00.000-08:00</published><updated>2006-01-19T19:41:07.196-08:00</updated><title type='text'>Aula Nº 5 – 14 de Novembro de 2005</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;As relações públicas no contexto do marketing&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;“Ninguém consegue triunfar se a opinião pública está em seu desfavor. Com a opinião pública a seu lado, ninguém é derrotado. (Abraham Lincoln)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Marketing é uma ferramenta de afirmação numa lógica concorrencial. Todos nós alteramos a forma como comunicamos em função da situação que pretendemos.&lt;br /&gt;Dentro do marketing existem diversas ferramentas que se podem distinguir, entre elas a publicidade (directa, afirmativa e positiva) e os relações públicas (intermediários).&lt;br /&gt;Os relações públicas visam promover algo ou alguém com recurso á intermediação. Uma empresa ao tentar vender o seu próprio produto vai criar desconfiança, por isso ela vai tentar ser intermediada por alguém de maneira a criar maior credibilidade – daí recorrer aos relações públicas.&lt;br /&gt;Um dos instrumentos mais personalizados do marketing é, sem dúvida, a variável relações públicas. Os relações públicas são a face visível da empresa e o seu público. A função destes agentes é dar uma imagem favorável da organização ao público, ao cliente. Esta imagem é de extrema importância para a valorização da imagem e notoriedade da mesma. Como diz Sónia Cristina Zica “os conhecimentos na área de relações públicas permitem saber ser e saber estar; condições fundamentais para construir e manter uma imagem positiva e ser-se reconhecido como tal”.&lt;br /&gt;Esta relação entre organização e público é de vital importância para o lucro da mesma, como diz João Alberto Ianhez &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.conferp.org.br/atualidades/pg_artigos_0603_ianhez.htm"&gt;&lt;strong&gt;“as actividades de relações públicas contribuem para maior lucratividade das organizações (...)”.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Havendo concorrência, a técnica de comunicação torna-se diferente, pois temos que convencer que somos os melhores.&lt;br /&gt;A esmagadora maioria das mensagens publicitárias não têm qualquer valor noticioso, daí não existir qualquer possibilidade de intermediação. Tentam é, por vezes, introduzir um pouco de intermediação nos anúncios, colocando figuras públicas a fazer a publicidade a determinado produto (exemplo: Luís Figo a representar a Nike). &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/835/1778/1600/6[1].jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 362px; CURSOR: hand; HEIGHT: 245px" height="240" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/835/1778/320/6%5B1%5D.jpg" width="480" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os relações públicas que visam criar uma boa imagem para os outros, acabam por nunca conseguir criar uma boa imagem para si. Isto deve-se à existência de um problema terminológico. Os relações públicas, historicamente, ganharam uma conotação negativa que tem haver com a falta de regulamentação. Como consequência disto, a actividade de relações públicas sofreu várias alterações na sua denominação (tais como: empresa de comunicação, comunicação empresarial e marketing institucional).&lt;br /&gt;Embora muita gente, em Portugal, se dedique à actividade de relações públicas, poucos são aqueles que o assumem.&lt;br /&gt;Contudo, nos dias de hoje, esta actividade já está a ser olhada, encarada de uma forma diferente, de uma maneira bem mais positiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o eficaz exercício da actividade de relações públicas são colocadas à disposição uma série de ferramentas ao mais varíado nível. Como por exemplo:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Criação de eventos&lt;/span&gt; – é uma das técnicas utilizadas, faz com que falem dele (exemplo: Festival Paredes de Coura)&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/835/1778/1600/paredes%20de%20coura.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/835/1778/320/paredes%20de%20coura.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Criação de uma imagem global da empresa&lt;/span&gt; – exemplo: logótipo, assinatura, cor, etc &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Perquisas de opinião&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Assessoria de imprensa / Conselho em comunicação&lt;/span&gt; – produzir materiais informativos, responder pela empresa, falar com os jornalistas, etc&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Planear estratégias de comunicação &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Patrocínios e mecenato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comunicação de crise&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Lobi (lobby)&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Relações de comunicação interna&lt;/span&gt; – cada vez mais, as instituições percebem que não é possível conquistar o público externo, sem primeiro conquistar o público interno (trabalhadores, fornecedores, etc). É importante que o público interno diga bem da empresa, por isso é tão importante estabelecer essa comunicação interna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Marketing político&lt;/span&gt; – dos cartazes aos discursos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;As relações públicas são, portanto, a face pessoal da organização. Segundo Flávio Schmidt &lt;a href="http://www.abracom.org.br/noticias/artigos_not.asp?cod=1210"&gt;"somente com o controle do comportamento humano é que você poderá trabalhar para melhorar a qualidade da opinião do indivíduo e construir uma imagem positiva, de acordo com a sua estratégia de comunicação".&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.abracom.org.br/noticias/artigos_not.asp?cod=1210"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18227645-113772543188855580?l=liamoreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/113772543188855580/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18227645&amp;postID=113772543188855580' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/113772543188855580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/113772543188855580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/2006/01/aula-n-5-14-de-novembro-de-2005.html' title='Aula Nº 5 – 14 de Novembro de 2005'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645.post-113772376623991905</id><published>2006-01-19T18:13:00.000-08:00</published><updated>2006-01-22T10:20:28.120-08:00</updated><title type='text'>Aula Nº 4 – 7 de Novembro de 2005</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;O Marketing&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“Nada revela mais a incapacidade fundamental pelo exercício do comércio do que o hábito de concluir o que os outros querem, sem estudar os outros!"&lt;/span&gt; -&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Fernando Pessoa&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O conceito de marketing tem sido descrito por diferentes autores, tais como:&lt;br /&gt;“Um estado de espírito corporativo que insiste na integração e coordenação de todas as funções do marketing que, por sua vez, são moldadas com outras funções corporativas, para o objectivo básico de produzir lucros a longo prazo”. (Felton, 1959)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O conceito de marketing significa que uma organização junta todos os seus esforços para satisfazer os seus clientes – com um lucro”. (McCarthy e Perrault, 1984)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O conceito de marketing contém em si, a chave para a concretização dos objectivos da organização, consistindo na determinação das necessidades e desejos do mercado”. (Kotler, 1980)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O conceito de marketing chama a si todos os esforços para descobrir as necessidades desejadas do mercado e criar produtos e serviços capazes de as satisfazer”. (Kotler e Zaltman, 1971)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O marketing é composto por quatro funções básicas: product (produto), price (preço), promotion (comunicação) e placement (distribuição).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.12manage.com/methods_marketing_mix_pt.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;www.12manage.com/methods_marketing_mix_pt.html&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;A concorrência é a base do marketing e o marketing é constituído por um conjunto de técnicas que ajudam a vender um produto ou serviço. Devido á concorrência existente, as empresas têm que se evidenciar umas das outras. Nenhum produto, serviço ou até mesmo político ou negócio se vende sozinho, a partir do momento que existe concorrência. Como tal, são necessárias técnicas de marketing, tais como a publicidade e as relações públicas, para conseguirem lutar pelo espaço mediático dos diversos protagonistas ou pela atenção da opinião pública – são estas técnicas que permitem que determinados objectivos resultem e outros não.&lt;br /&gt;Tal como supra mencionado, a publicidade é um dos instrumentos do marketing. É um instrumento banal nos dias de hoje e possui um grave problema de credibilidade – isto porque é sempre o próprio a afirmar as suas próprias capacidades.&lt;br /&gt;No que diz respeito às relações públicas, eles visam os mesmos objectivos que a publicidade, só que aqui as capacidades de determinado produto, serviço ou empresa são ditos por outro – o que lhes permite uma maior credibilidade.&lt;br /&gt;Esta intermediação do jornalista (no papel de relações públicas) fazendo de certa forma o papel do próprio anunciante, atribui uma enorme credibilidade à mensagem original. – Alguém, que não eu, diz por mim aquilo que eu queria dizer.&lt;br /&gt;Poder-se-à com isto dizer que a publicidade é paga pelo próprio que diz e perde a sua credibilidade, enquanto que o relações públicas consiste no mérito de outros dizerem aquilo que o interessado quer, dando-lhe uma maior credibilidade junto do público.&lt;br /&gt;Como foi dito até aqui, a publicidade por si só não tem credibilidade nenhuma e ainda é atropelada pela própria publicidade (exemplo disso são os intervalos publicitários). Até a própria publicidade procura a intermediação, mas nem sempre lhe é possível essa intermediação. Por isso, recorre a dois truques: ao choque (funciona melhor nas revistas do que na televisão) e ao humor (exemplo: frize), conseguindo, assim, captar a atenção das pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/835/1778/1600/Frize[1].1.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 195px; CURSOR: hand; HEIGHT: 193px" height="203" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/835/1778/400/Frize%5B1%5D.0.jpg" width="357" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Concluindo, qualquer mensagem luta pela atenção da opinião pública ou pelo espaço mediático (que está sempre relacionado com o jornalismo). Quando determinada mensagem não passa, significa que não atingiu o espaço mediático. Logo, os intervenientes recorrem a outras técnicas, como por exemplo a publicidade, e se mesmo assim não resultar, tentam conquistar a atenção da opinião pública. Para conseguirem a atenção dos jornalistas, para que eles deiam espaço a estas notícias, existem, muitas vezes, manipulações de maneira a conseguirem colocar estas notícias no ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que acontece, na maioria dos casos, é que o marketing está directamente ligado ao conceito de publicidade. Essa visão é, obviamente, distorcida. A publicidade é, apenas, um instrumento (um dos mais visíveis, é certo) do marketing.&lt;br /&gt;Antes da publicidade existe todo um conjunto de funções que são desenvolvidas e postas em prática, sendo a publicidade e as relações públicas as faces visíveis desse desenvolvimento.&lt;br /&gt;O marketing é muito mais amplo e tem como objectivo satisfazer as necessidades do mercado. Uma empresa centrada em boas estratégias de marketing está, claramente, orientada para o mercado. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18227645-113772376623991905?l=liamoreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/113772376623991905/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18227645&amp;postID=113772376623991905' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/113772376623991905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/113772376623991905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/2006/01/aula-n-4-7-de-novembro-de-2005.html' title='Aula Nº 4 – 7 de Novembro de 2005'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18227645.post-113015430359225422</id><published>2005-10-24T04:42:00.000-07:00</published><updated>2005-10-24T04:45:03.600-07:00</updated><title type='text'>teste</title><content type='html'>este é o blogue da Adélia Moreira, na cadeira (rima...) de Estrategias de Comunicação (Isla Gaia).&lt;br /&gt;Cada aluno terá o seu.&lt;br /&gt;Para melhor articular os diversos blogues e o trabalho, foram criadas regras de funcionamento.&lt;br /&gt;São &lt;a href="http://estrategias.blogsome.com/algumas-regras-para-funcionamento-pedagogico/"&gt;estas&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18227645-113015430359225422?l=liamoreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liamoreira.blogspot.com/feeds/113015430359225422/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18227645&amp;postID=113015430359225422' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/113015430359225422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18227645/posts/default/113015430359225422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liamoreira.blogspot.com/2005/10/teste.html' title='teste'/><author><name>LIA MOREIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12349825958218917232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
